terça-feira, 14 de janeiro de 2014

MORADORES DE RUA TAMBÉM SÃO HUMANOS

Minutos atrás tive o prazer de acompanhar a entrevista do Secretário Adjunto de Direitos Humanos, Valdemir Pascoal (PT) em que apontava a preocupação e os caminhos traçados para a melhoria das condições e o efetivo respeito ao ser humano representado pelo morador de rua. São tantos e tantos também são os fatores motivadores dessa condição mas, isso não lhes retira o direito assegurado constitucionalmente de cidadania, ao qual encontram-se acoplados o respeito e o direito de serem reinseridos a sociedade. Marginalizá-los nos torna não apenas insensíveis, mas irresponsáveis, pois está se virando às costas ao problema social e permitindo que sejam desencaminhados e levados, principalmente pela necessidade, a praticar ilicitudes. Enfrentar o problema social, buscar soluços tem sido a tônica de Valdemir Pascoal, enquanto Secretário Adjunto, o que torna para nós, petistas, motivo de grande alegria. É mais um quadro que mostra preparo e competência, especialmente nesse momento que antecede eleições, ou seja, o eleitor mato-grossense pode escolher entre os nomes lançados pelo Partido dos trabalhadores com segurança de que será bem representado, porque todos tem formação política necessária para o desempenho. Não são meras aventuras doidivanas cujo interesse é o engrandecimento pessoal (status) ou ainda mero instrumento para outros fins estranhos ao interesse social. Tenho escrito nos últimos dias sobre Cuiabá que se encontra “administrada” por um alcaide que se mostra estranho aos problemas sociais, naturalmente por não vivenciá-los. O olhar da redoma de vidro que se encontra talvez não permita a melhor tomada de decisão. O trabalho de Valdemir Pascoal sabe-se que não resolverá todos os problemas relacionados aos moradores de rua, mas, certamente, é uma esperança que se lança na direção dessas pessoas que precisam de um sonho, de uma possibilidade, de um estímulo que os faça acreditar que podem reinserirem-se na sociedade e terem resgatada a sua dignidade. Então que se somem forças, estendam-se mãos e construam-se pontes capazes de romper a segregação e traga para a condição de dignidade aqueles que tem sido privados dos direitos mais elementares e tem sobre si o olhar da desconfiança.

Nenhum comentário:

Postar um comentário