O estranho
silencio de muitos pseudo ambientalistas é conveniente. Há um ditado popular
que diz que: “quem calça consente”.
Vidas humanas, patrimônio ambiental, histórico, social e econômico foram
vítimas da famosa privatização e que se orquestra como sinônimo de eficiência.
Não bastasse uma, agora já falam que existem mais duas represas ameaçadas. O silêncio
impera. Quanto tempo à região vai se recuperar. Mataram um rio. Que valor isso
tem? Água considerada como direito fundamental simplesmente acabou. Mas não foi
apenas ela. Estão sonhos, histórias dessa brava gente. Todos cobertos pela
lama. Quanto tempo para que a natureza regenere o mal que lhe foi causado?
Eficiência, eficácia e efetividade da privatização tão decantada como
modernidade, enquanto tudo o que é estatal se encontra obsoleto e se mostra
ineficaz. Dizem o que vale são os resultados. Qual seria o tamanho desse
resultado? Marinada. Nada. Nada. Apenas o silêncio, enquanto a lama vai se
expandindo.
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